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segunda-feira, 1 de junho de 2020

# baby online dress # comportamento

"Lookism", uma nova espécia de discriminação

Durante anos, um dos maiores problemas da humanidade era a discriminação por nacionalidade e etnia, mas a humanidade nunca está bem com os problemas que já tem, por isso atualmente devemos somar a esta descriminação o "lookism"
Mas afinal o que é o "lookism"?
Quando falamos de "lookismo", referimo-nos a uma postura segregadora com base na aparência das pessoas. Pode parecer estranho mas dados obtidos em uma pesquisa sugerem que pessoas tidas como bonitas têm mais chances de encontrar o sucesso.
A descriminação que se baseia na aparecia faísca é bem mais comum do que se pensa, e apesar de várias marcas já ter apostado em modelos plus size (como por exemplo através dos plus size prom dresses), a verdade é que hoje em dia existe, por parte de muitas pessoas, uma repulsa perante pessoas tidas como pouco atraentes fisicamente.
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Como começou?
A expressão "lookism", começou a ser conhecida quando em 2016, uma grande empresa suspendeu uma funcionária que se recusou a usar sapatos de salto alto, desde ai o termo, tal como a atitude tem vindo a ganhar terreno entre as pessoas.

A verdade é que estudos comprovam que os seres humanos são atraídos para a beleza como as pessoas com fome são atraídas para a comida. O apreço à beleza é baseado em fatores biológicos, e não sociais.

Apesar de muitas marcas estarem a abandonar este tipo de padrões, que muitos defendem ter sido criados e reforçados pela publicidade, a verdade é que o conceito tradicional de beleza ainda exerce algum peso social.

O que pensam sobre este assunto?

Para conhecerem um pouco mais sobre a mode plus size, não deixem de visitar a baby online.


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16 comentários:

  1. Não conhecia o termo, mas infelizmente ainda existe muito preconceito acerca disso.
    Mas aos poucos tenho visto que isso está mudando. Ao menos já é um começo, né?

    Beijo.
    Cores do Vício

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  2. Esse peso da beleza ainda é uma constante. Por isso, o caminho continua longo e a necessitar de uma quebra série de preconceitos e estereótipos, porque este indicador não é o único que nos define, nem é espelho da nossa competência.
    É triste perceber que em 2020 esta situação é uma realidade

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  3. Infelizmente a sociedade ainda vive muito de aparências e estéreotipos, quando eu vivia e trabalhava em Portugal a minha colega gostava muito de olhar para mim de alto abaixo sem disfarçar para ver como eu andava vestida... fiquei aliviada quando cheguei cá a a Londres e vi que ninguém repara nisso...

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    Respostas
    1. É bem verdade, acredito que tenhas sentido a diferença ao mudar de país!

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  4. Nunca tinha ouvido falar nesse termo, mas tem lógica!! Mas não tem razão de ser!! Mais uma parvoíce mas que faz com que as pessoas se sintam discriminadas!!
    xoxo

    marisasclosetblog.com

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  5. Olá, Teresa.
    Eu não conhecia essa expressão ainda, mas já vive na pele. Quando era adolescente ouvi de um dono de uma papelaria que não podia trabalhar lá porque não era tão bonita quanto aos outras vendedoras. Imagine a minha autoestima como ficou aos 14 anos quando ouvi isso.

    Prefácio

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  6. A mulher de verdade tem barriguinha, celulites e estrias.

    bjokas =)

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  7. Nunca tinha ouvido falar, confesso, mas a realidade é que é real.

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  8. Confesso que nem conhecia o termo!
    Enfim!... Mais um pretexto, para se desenvolver preconceitos sobre outros...
    Quando será que as pessoas deixam de catar diferenças, e começam a ver semelhanças entre elas?... Este mundo anda cada vez mais fora do eixo!...
    Beijinhos
    Ana

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