quinta-feira, 18 de julho de 2019

# Alemanha # castelo

Sobre as minhas férias... (3ª Parte)

É provável que já estejam cansados de ver publicações sobre as minhas férias, afinal esta já é a terceira de um vasto leque de publicações que ando a preparar, contudo, e como ainda falta um bocadinho para terminar os relatos destas minhas férias, hoje trago-vos mais um post das minhas férias na Alemanha, desta vez no castelo de Hochburg.
O Hochburg é uma ruína do castelo situada entre a cidade de Emmendingen e a aldeia de Sexau na região de Baden. Foi presumivelmente construído no século 11 e era originalmente conhecido como o castelo Hachberg.
Atualmente, os historiadores ainda não sabem dizer de onde vem o nome
Hochburg, contudo existe uma teoria que defende que esta propriedade na região foi dada a um homem chamado Hacho, que fazia parte da comitiva de Carlos Magno. Esta hipótese também é apoiada por uma placa gravada adicionada ao castelo por Karl II e um documento que remonta a 1161.
 O castelo sobreviveu à guerra do Oberrheinischer Städtebund contra Bernhard I em 1424 e até resistiu ao cerco durante a Guerra dos Camponeses Alemães em 1525. O castelo foi ainda cercado por dois anos durante a Guerra dos Trinta Anos em 1634 e foi desprezado pela primeira vez depois de se render aos atacantes.
Em 1681, as defesas foram destruídas voluntariamente pelos franceses depois de terem tomado muitas das propriedades em Baden através do Tratado de paz de Nijmegen. Apenas três anos depois, os camponeses causaram um incêndio que destruiu os alojamentos restantes. E em 1688 as tropas francesas destruíram o pouco que restava da fortificação, transformando-a em uma ruína.
Os primeiros passos para preservar a ruína foram levados para o final do século 19 e ainda persistem até hoje. O trabalho foi interrompido apenas temporariamente durante as duas guerras mundiais.
Hochburg pode ser visitado por qualquer pessoa gratuitamente. Faz parte do programa para a preservação do estado de castelos e jardins em Baden-Württemberg e em 1991 um pequeno museu foi adicionado na adega. O castelo foi retratado em várias pinturas e tem muitos contos míticos em torno dele, falando de tesouros escondidos e cavaleiros inquietos, esperando para retornar.
Foi uma subida um tanto ou quanto penosa, principalmente por causa do calor que estava naquele dia, mas chegar ao topo das ruínas e ver aquelas paisagens valeu bem a pena o sacrifício e o suor.
Acreditem que apesar de se tratar de ruínas, este castelo tem uma espécie de misticismo que nos faz andar cada vez mais, caminhos em pedra, salas que em tempo deveriam ter sido salões, ou até mesmo a cozinha... Não é difícil imaginar como teria sido a vida entre aquelas pedras.
Eu e a BFF ainda descemos pelo fosso onde a entrada era feita e passo a citar o que dizia no aviso "por nossa conta e risco", uma descida assustadora de muito degraus para uma zona de penumbra e humidade, algo verdadeiramente assustador.
Tal como eu disse na minha publicação no Instagram... Aquelas não era pedras normais! Eram pedras com história!

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12 comentários:

  1. E por estas e outras coisas que eu adoro tanto aqui o Reino como a Alemanha :)
    Tenho mesmo de voltar ;)
    Ir de ferias e mesmo por estas coisas, adoro :)
    Beijinhos

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  2. Nossa que lugar mais bonito para conhecer
    Beijinhos
    Novo post
    Tem post novos todos os dias

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  3. Bonitas fotografias
    Gostei lugares bem interessantes
    Bjs

    Kique

    Hoje em Caminhos Percorridos - Preservativos, nova forma, novos sabores..

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  4. Muito bom conhecer através dos seus olhares... Bj

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