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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Boas entradas a todos

Mais um cliché, mas pronto, nesta época do ano não se pode variar muito não é?!

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

"O cão é o melhor amigo do homem."

Reza a história que foi a 23 de setembro que Charles Burden, um pobre agricultor do Missuri, chegou a casa à noite, e encontrou o seu cão, baleado a sangue frio, sobre o muro do vizinho.
O dito vizinho, Leonidas Hornsby, era um fazendeiro multimilionário que já tinha ameaçado Burden e o seu pobre cão inúmeras vezes.
Devastado com a situação Charles Burden, jurou fazer justiça, enquanto o fazendeiro multimilionário se ria de toda a situação.

Charles, chegou mesmo a levar o caso para o tribunal de Warrensburg, que minimizou a perda do dono do animal, levando-o a recorrer ao tribunal de Estado.
Ciente da luta desigual que estava prestes a travar, Burden  preparou o julgamento, enquanto todos se riam da sua teimosia contra o magnata que aparentava reunir todas as condições para ganhar esta causa.
Tudo mudou quando Burden, soube da visita à cidade de George Graham Vest, um prestigiado advogado que comovido com a causa de Burden, aceitou defende-lo em tribunal.
Já em tribunal, quando os advogados de Leonidas Hornsby, resumiram a perda de Burden ao valor monetário do animal, Vest interviu determinado a mostrar a todas as pessoas que se riam de Burden que estas estavam erradas:
"As pessoas dispostas a cair de joelhos se o êxitos nos sorrir, podem ser as primeiras a atirar-nos pedras caso o fracasso nos atinja"
Acrescentou ainda mais determinado:
"O único amigo absoluto que um homem pode ter neste mundo egoísta, é o seu cão, e com isso digo que o cão é o melhor amigo do homem. Sabem porquê, senhores jurados? Porque um cão está com o homem na prosperidade e na riqueza. Quando a riqueza desaparece e a reputação é quebrada, é constante no seu amor, como sol na sua jornada pelo céu."
Charles Burden, com a ajuda do brilhante advogado venceu o caso, contudo sempre reforçou que apenas procurava justiça e não dinheiro, fazendo assim surgir a frase "o cão é o melhor amigo do homem."

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Já é Natal

Neste aspecto confesso que sou uma mulher de clichés...
Mas pronto, natal é natal por isso aproveitando o espírito da época, aqui ficam os meus votos de um feliz Natal a todos os meus seguidores e leitores.

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sábado, 20 de dezembro de 2014

Carta ao Pai Natal

Querido Pai Natal,

Não tenho sido boa menina, sabes como é, tentei fazer dieta e comi uma barra de chocolate, só deixei de fumar depois de muitas tentativas, e o meu namorado passa os dias a dizer que sou  má menina... Muito má menina!
Não me resta muito senão pedir-te aquilo que qualquer trapaceiro mal comportado pede em Portugal: Um lugar no governo! Acho que é um bom lugar para uma menina...

Assim, não precisava de te pedir mais nada até às próximas eleições, brincava ao monopólio com o dinheiro dos contribuintes, tinha um valente carro, e se não me apetecesse conduzir, tinha ainda um motorista. Apenas coisas de menina.
Os meus dias eram passados no parlamento e em reuniões onde faria aquilo que não me deixam fazer no trabalho: Jogar FarmVille!
Lembra-te querido Santa Claus, sei falar inglês, tenho uma licenciatura real, e sou alta.
Se vires que são requisitos a mais, eu posso fazer de conta que não sou licenciada, porque ao tamanho eu não posso cortar.

Com Carinho,
Isy

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

7 do momento... nº6

A vida não pára, e por muito que a gente tente, existem sempre, mil e uma coisas para fazer que não podem ser deixadas para trás.
Contudo, isso não quer dizer que que não possa experimentar coisas novas, e partilhar opiniões. Por isso hoje é dia de mais sete sugestões, prontos?
O nome da minha primeira sugestão não engana, e se pretendem saber um pouco mais sobre teorias relativas a anjos então este romance é sem dúvida, aconselhado para vocês. "Angelologia", conta-nos a história de um grupo de estudiosos que tenta a todo evitar a ascensão dos nefilins (raça descendente da união de humanos com anjos). Uma história com muito mistério e com um excelente tema, mas que na minha opinião não foi bem explorado pela autora que podia ter investido no suspense, nos carateres históricos e na dosagem da informação que ia dando ao leitor. Por isso para mim, o livro tem sem dúvida um bom tema, mas não está bem conseguido.
Agora quero-vos falar do programa televisivo "Science of Stupid", ou então como se diz em bom português, "Ciência da Estupidez", o programa que nos permite literalmente, aprender com os erros dos outros. Lembram-se daqueles vídeos no youtube cheios de quedas e uma série de coisas que todos nós vimos logo que vai acabar mal?! Pronto, juntem a esses vídeos uma explicação científica para o que correu mal e, o resultado é um hilariante programa onde aprendemos algumas coisas interessantes.
"The Carrie Diaries", é a série que nos conta a vida da Carrie (personagem principal da série "Sexo e a Cidade), quando ela era ainda uma adolescente. A série com duas temporadas, a meu ver não é um prelúdio de "O Sexo e a Cidade", mas é acima de tudo, uma história de adolescentes. Porém, apesar de não ter gostado muito e de ter encontrado algumas falhas, não posso deixar de assinalar o empenho fantástico da atriz Lindsey Gort, que faz o papel da jovem Samantha Jones, as semelhanças de expressões, falas, e a própria comunicação, estão dignas da diva que interpretou a grande série no grande ecrã.
Na secção de beleza continuo a falar-vos de uma marca que tem vindo a marcar cada vez mais pontos junto dos consumidores, os discos exfoliantes da My Label, permitem uma esfoliação não muito agressiva, mas ideal para abrir os poros e relaxar a pele antes de colocarmos um creme hidratante. Já uso este produto há cerca de um ano, e apesar de não o usar todos os dias, consigo notar mesmo assim, o serviço que ele presta em favor da minha pele.
Desta vez decidi contemplar-vos com algo novo, porque não um bom livro e um bom filme?!
O filme "Resgate no Tempo", foi produzido em 2003 dirigido por Richard Donner, e baseado no livro com o mesmo nome escrito por Michel Crichton. A história passa-se na atualidade, quando um grupo de jovens arqueólogos especializados na idade média encontra a possibilidade de voltar ao passado. Contudo, apesar de poderem presenciar em primeira mão o próprio material de estudo, eles descobrem que estão metidos também em problemas quando percebem que estão perante a noite de uma das batalhas mais importantes da zona de estudo.
Claro que o livro diverge em grande parte do filme, mas é das poucas adaptações que se mantém fiel ao grosso da história, sendo apenas mais apelativa para publico que está a ver o filme...
Para terminar, mais uma sugestão cinematográfica, desta vez um filme francês dirigido por Abel Ferry, é tanto quanto dá a parecer um filme rotulado como sendo baseado em factos reais, o que só por si já chega para mexer com os nervos. De qualquer maneira, quem assiste a "Vertigem", fica com duas perspetivas do filme, a primeira parte o terror de um grupo de amigos a fazer escalada numa zona proibida onde muita coisa pode e acaba por correr mal, e depois, uma série de eventos sangrentos na floresta. As críticas dizem que o filme deveria manter uma das perspetivas, eu concordo que pode não ser um clássico, mas a verdade é que a ligação feita entre personagens, história e até mesmo com a banda sonora está bem conseguida. Isto dito por mim que não sou amante do cinema francês, e por isso, e por achar que o "Vertigem" saiu da caixa, o ter destacado aqui.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Sobrevivi à despedida de solteira.

Acabamos mesmo por não fazer nada de mais, um jantar entre as três (noiva e madrinhas), uma sessão de beleza proporcionada pela BFF, e depois filmes de terror.
Acordei na manhã seguinte com uma enxaqueca daquelas que não lembram a ninguém, e que para mal dos meus pecados ainda cá estão... Ninguém merece.
Ontem eu e o Príncipe, já fomos ver as alianças e estão lindas, depois mostro-vos tudo. As coisas para o casamento estão encaminhadas apesar do problema com o tempo.
Sei que algumas pessoas me tinham pedido para falar um pouco sobre o casamento, mas como o tempo tem sido tão escasso, não tenho dado grande atenção a esse detalhe. Mas depois compenso com uma série de posts sobre o casamento. De qualquer forma é preciso ter em conta que este vai ser tudo menos um casamento normal e tradicional, e por isso eu não devo ser a pessoa mais indicada para falar deste assunto.
De qualquer forma, se existir alguma coisa que queiram saber, digam.

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sábado, 13 de dezembro de 2014

Olha, estou de volta!

Eu sei, eu devia ser mandada para a Lapónia ajudar o Pai Natal só de castigo por ter andado tão ausente.
Entre três hipóteses de indumentária para o casamento, uma série de eletrodomésticos por desempacotar, candeeiros por pregar e uma casa nova por arrumar, eis que é difícil encontrar tempo para vir aqui.
Aliás o stress é tanto que eu acho que não vou ter tempo para estar presente no meu próprio casamento.
Hoje contudo decidi parar um bocado com as mudanças, tinha que me sentar em frente ao computador, tratar das finanças que levaram uma porrada monumental, e vir aqui dizer que estou viva e de boa saúde (ao contrário da minhas finanças, que tal como o nosso país estão mais moribundas que vivas). Mas pronto organizar um casamento resume-se a gastar dinheiro.
Entretanto a saga das prendas de Natal parece ter acabado, mas como eu sei que vai surgir aquela prenda de ultima hora nem me atrevo a deitar foguetes.

Ah! Alguém conhece um hotel porreiro em Aveiro? É que eu e o Príncipe estamos à procura de um para a noite de núpcias (eu sei, já devia ter isto tratado).

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Deixar de fumar, um desafio todos os dias

Todo o ex-fumador sabe como é difícil deixar de fumar, o problema não é deixar, isso talvez até deve ser o mais simples, o mais difícil é resistir à tentação que nos rodeia.
Acho que com mais de cinco meses sem tocar num cigarro deveria partilhar convosco a minha história. Eu comecei a fumar mais ou menos aos 16 anos, ou seja à cerca de 9 anos, e cheguei mesmo a fumar dois maços por dia, na altura da faculdade.
Quando comecei a namorar com o Príncipe e por saber que ele não gostava do cheiro reduzi bastante a quantidade que fumava, mas mesmo assim, no trabalho, com as pressões ou até mesmo com aqueles stresses familiares que todos temos, lá acaba por fumar mais alguns cigarros.
O mesmo se aplicava se fosse sair à noite sem ele, ou então se ficasse sozinha em casa até tarde, já sabia que esses eram dias de perder a cabeça, mas fazia parte de mim e não achava nada estranho que assim fosse.
Quando eu e o príncipe decidimos dar um passo em frente e arranjarmos casa eu percebi que o dinheiro que gastava neste vício pode ser muito mais bem aplicado. Contudo não foi só o dinheiro que me moveu, aliás o movimento já era difícil para mim, arfava com facilidade, não conseguia correr mais do que um minuto sem ficar com dores no peito e pior, não conseguia dar mais do que duas gargalhadas (coisa que adoro fazer), sem começar a tossir, como um idoso que faz um esforço descomunal.
Reuni a minha coragem a todos estes factores, apesar de fumar ser parte de quem eu era, não podia impingir o meu vício ao meu namorado, agora noivo, logo não ia viver para fumar às escondidas dele.
Pensei muito, ponderei os anos que fumava, o prazer que isso me dava, o quanto isso me ajudava na dieta e decidi arriscar tudo. Um dia decidi que ia deixar de fumar, mas ia mesmo, não ia cair na tentação como tinha caído das outras vezes.
Nessa sexta-feira de maio fumei um maço e meio, fumei enquanto jantava, fumei durante a noite toda, fartei-me de fumar para não ter remorsos, quando a noite a acabou, ainda tinha cigarros no maço, mas meti-o na carteira decida a nunca mais lhe tocar.
No dia seguinte acordei e como já era habitual tive vontade de fumar, abri a carteira e vi lá o maço. Em vez de fumar sorri, lembrando-me que brevemente iria dar longas gargalhadas. Voltei a olhar e disse: "Tu estás ai, e eu estou aqui, não me vais vencer desta vez".
Tive este ritual inúmeras vezes durante quase duas semanas, olhava e ria-me para o maço e voltava a repetir as mesmas frases. Inicialmente era difícil e por isso evitava cafés de fumadores ou estar junto de quem estivesse a fumar, mas fui dando um passo de cada vez, e certo dia fui tomar um café com uma amiga fumadora, nessa altura percebi que já aguentava bem, dei-lhe o que restava do meu maço. Comecei a frequentar cafés para fumadores, conviver com fumadores e essas coisas todas.
Claro que engordei, existem fases em que só me apetece levar um cigarro à boca e saborear, porque eu adorava o sabor do tabaco, mas resisto, engordei e alguns dias fico mesmo com aquela sensação de tentação, onde me questiono se algum dia levarei um cigarro sem retomar o vício. Contudo eu sei que os vícios são linhas muito ténues, e sei que nunca vou arriscar e estragar o trabalho e as batalhas que vim vencido ao longo destes meses.
Se custa?! Sim e muito, engordei, salivei muitas vezes, e fechei-me muitasvezes no quarto para não cair na tentação, mas são apenas cinco minutos, está cientificamente comprovado que são apenas cinco minutos de desespero e depois tudo volta ao normal, tem dias que nem me lembro que o tabaco existiu na minha vida, outros que me lembro, mas como tudo na vida, temos que viver com as decisões que tomamos, ainda para mais, quando sabemos que elas são as mais correctas.

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A palavra do ano 2014

Já se conhece o Top 10 das palavras mais escritas/ditas em 2014.
A eleição da palavra do ano é feita todos os anos através de uma iniciativa da Porto editora, e a votação, pode ser feita nesta página por qualquer pessoa. As palavras são escolhidas de acordo com a sua utilização ao longo do ano.
Em 2014 as palavras eleitas são:
Legionela;
Gamificação;
Cibervadíagem;
Basqueiro;
Selfie;
Banco;
Xurdir
e
Ébola

Concordam com as escolhas?! Qual é que vocês acham que é a palavra do ano?! Qual destas palavras é que vocês utilizaram mais?

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