quarta-feira, 2 de outubro de 2019

# animais # animais de companhia

Tudo o que queriam saber sobre as famílias multi espécie

Ontem partilhei nas redes sociais uma publicação antiga, onde falava do facto de atualmente os animais já serem considerados membros da família, isso gerou alguma controvérsia, mas acima de tudo levantou algumas questões sobre o conceito de família multi espécie.
Estudos já o comprovaram e eu sou um bom exemplo disso. É possível amar um animal de estimação como se fosse um filho, ou outro membro da família, Isso deve-se não só à proximidade que hoje em dia existe entre os animais de estimação aos seus donos, mas também a um vinculo que forma esta unidade familiar entre as duas espécies.
E se vocês se estão a perguntar se tal é possivel, tenho que vos dizer que não só está comprovado cientificamente como já são reconhecidos os vínculos super bem estabelecidos entre o homem e seu cão /gato.
Apesar de algumas pessoas mais leigas encararem estes laços como um exagero a verdade é que as mentalidades estão a mudar, e com elas, o estatuto dos animais de companhia.
Contudo é necessário reforçar que nem todas as pessoas que possuem um animal de estimação sentem este tipo de vinculo, porém é cada vez mais normal que os donos venham cada vez mais a adquirir uma postura em que assumem os animais de estimação como membros reais da família.

Estudos ainda apontam que para as famílias que consideram os seus animais como membros, passam pelas cinco fases do luto quando o mesmo morre, o que torna a sua dor tão real como qualquer outra. Alias, apesar de muitos considerarem um exagero ou até mesmo ridículo, é cada vez mais usual que jovens casais optem por adotar um animal em vez de terem filhos.
Posso considerar-me um desses exemplos, nunca desejei (e não desejo ter filhos), mas sempre desejei ter um animal, para mim (e como vocês sabem) a Becas e a Egas são como filhas, e tenho com elas a mesma postura que teria com filho: boa alimentação, preocupação com um estilo de vida saudável para elas, visitas ao médico (ou neste caso ao veterinário), vacinas (coisa que alguns pais preferem ignorar dar às suas crianças), entre muitas coisas. Trata-se de uma opção que muitas vezes sinto na pele não ser respeitada.

Resumidamente podemos dizer que a família multi espécie é  um grupo familiar composto por pessoas que reconhecem e legitimam seus animais de estimação como membros da família.

E vocês, concordam com este conceito? Como é a vossa família?


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23 comentários:

  1. Assim é que eu gosto de te ver sorridente. Quanto ao texto prefiro não comentar!

    Boa noite e bons sonhos.

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  2. Acho que são como uma família para mim
    Beijinhos
    Novo post
    Tem post novos todos os dias

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  3. Já sabes a minha opinião sobre este assunto :) por cá, não há animais. Beijinhos

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  4. Igual aqui em casa, os animais para mim são como as pessoas e tratados por igual, só é pena nem todos pensarem assim.
    Bjxxxx

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  5. Tenho uma gata que é tratada como um membro da família e não podia conceber doutra forma, aproveito para desejar a continuação de uma boa semana.

    Andarilhar
    Dedais de Francisco e Idalisa
    O prazer dos livros

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  6. Hmmm por muito que goste de animais acho que cada macaco tem de estar no seu galho ;)
    Beijinhos*

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    1. Acho que depende da interpretação que as pessoas fazem do conceito.

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  7. Não tenho animais meus mas sempre tomei conta dos cães da minha irmã (1 cão e duas cadelas, à vez) e creio que muitas pessoas que escarnecem da ligação que as pessoas estabelecem com os animais de estimação se deve ao facto de nunca terem tido nenhum. Os animais devem ser tratados como animais e só assim se respeitará verdadeiramente a sua natureza. Isto não quer dizer que as pessoas não lhes dediquem um lugar especial no seio da família e não pensem neles ao delinear as suas rotinas como se fossem um membro de pleno direito. Nem de outra forma pode ser e por isso, muitas vezes, as coisas correm mal. As pessoas não estão preparadas para a responsabilidade que é ter um bicho em casa e querem continuar a fazer a vida que tinham. Ora, tal não vai ser completamente possível. Depois os animais aparecem soltos na rua, no verão, ou quando se tornam incómodos por crescerem muito para o ap, incomodarem os vizinhos, etc. Ou ficam na varanda todo o dia, sem passeios, porque se está cansado e o parque é longe, está a chover, etc. É preciso ter condições e pensar a longo prazo. Apesar de tudo, acho um pouco exagerado falar em "família multi-espécie." O primeiro cão da minha irmã viveu 7 anos apenas. Teve um problema na coluna e precisou de uma operação muito dispendiosa. Organizei uma subscrição na internet e com a ajuda de pessoas que nem sequer me conheciam - e de amigos e familiares- conseguimos, eu e a minha irmã, o dinheiro. Isto durou um verão inteiro. As placas de platina ficaram presas na alfandega quando já tínhamos o $$ e o cão a piorar. O cão foi finalmente operado e ficou bem. Mas passadas semanas outra vértebra cedeu e ele teve de ser abatido. Chorei que me matei quando o fomos deixar para a eutanásia. Não creio que o tal luto só aconteça para o dono que considera o cão "como família". Depois ela adoptou uma cadelita que já tinha 15 anos e viveu até aos 17, e agora tem outra. Os cuidados devidos aos animais e que tantas pessoas acham um exagero, acabam por ter benefícios para eles e para nós, humanos. A gente não trata deles apenas para o seu bem estar. Não me parece é que ter filhos e ter cães possa ser equiparado. E por isso nem sequer devia ser objecto de crítica por terceiros.São coisas muito diferentes. Aliás, quando alguém quer agredir o afecto que as pessoas dedicam aos animais é comum dizerem que hoje a sociedade "substituiu as crianças por animais de estimação". Todavia, uma vez o Manuel Alegre disse, e com razão, quer ter um cão é como ter um filho de três anos para a vida toda!

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  8. Só agora quando publiquei é que vi que tinha escrito tanto. Desculpa. Mas adoro bichos!

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  9. Claro que fazem parte da nossa família.
    Até porque não é por ser cão ou gão, que quando vamos trabalhar, dizemos: "até logo, porta-te bem" (no meu caso é um gato, é o Max) :)
    Beijinhos,
    Espero por ti em:
    strawberrycandymoreira.blogspot.pt
    http://www.facebook.com/omeurefugioculinario
    https://www.instagram.com/marysolianimoreira/

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  10. Por muito que concorde que os animais devem ser bem tratados, jamais os verão como pessoas, peço desculpa, mas isso não é real. Tu podes gostar muito de um animal, mas este nunca substituirá uma pessoa e muito menos um filho.

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    1. Não tens que pedir desculpa entendo o que queres dizer. Quando digo que a Becas e a Egas são parte da família, não quero com isso dizer que lhes visto babygrows e dou de comer por biberão... Quanto à questão do filho, já falei várias vezes sobre isso e para mim sim, pode substituir porque filhos é uma coisa que eu não quero de maneira alguma (como já falei várias vezes aqui no blog). Agora que um cão não é o mesmo que um bebé claro que não. Se é amor na mesma? Sim sem dúvida!

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  11. Concordo....
    E tem cão e gato melhor que muitos membros-humanos da família!!!

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